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- Postado por: Notícias de Saúde às 02h04
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   HOSPITALAR  A maior feira e o mais importante  fórum de saúde da América Latina

Hospitalar - Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios, realizada em São Paulo, é o maior evento especializado nesta área, em toda a América Latina. Feira multisetorial e a mais completa mostra de produtos para a área de saúde, a Hospitalar apresenta milhares de itens em equipamentos médicos, produtos e serviços, funcionando como palco de novos lançamentos e ponto de encontro entre fornecedores e seus clientes.

São 1.000 expositores e 76.000 visitas profissionais, incluindo pesquisadores, os pensadores do setor da saúde e milhares de dirigentes hospitalares, médicos, enfermeiros e profissionais que influenciam e/ou decidem as compras de hospitais, clínicas, consultórios e laboratórios.

O que você encontra na Hospitalar:

• Equipamentos hospitalares
• Tecnologia médica
• Equipamentos para laboratórios
• Emergência e transporte
• Ortopedia e fisioterapia
• Medicamentos e farmácia hospitalar
• Informática e comunicações
• Projetos, instalações e construções
• Hotelaria e mobiliário
• Uniformes, cama, mesa e banho
• Lavanderia
• Alimentação e cozinha
• Centros cirúrgicos
• Bens de consumo médico
• Enfermaria e monitoração
• Recuperação traumatológica e pós-operatória
• Home health care
• Literatura médica especializada



Visitação especializada e com poder de decisão



Graças aos contatos que estabelece, a Hospitalar se tornou um compromisso inadiável na agenda de empresários, administradores hospitalares, médicos e demais profissionais do setor. Em sua edição de junho/2007, a feira registrou 76.000 visitas profissionais.

Os visitantes vieram de todos os Estados brasileiros, com predominância de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco.

Na área internacional houve crescimento de 12,7% na visitação, em relação ao ano anterior. Foram registradas 2.335 visitas estrangeiras, de 61 países, com forte incidência da América Latina e Estados Unidos.

O grande fórum da saúde
Além de lançar as mais importantes novidades da área, a Hospitalar também se consolidou como um importante fórum da saúde, reunindo dirigentes hospitalares, profissionais da área e os pensadores de saúde. Em 2007, aconteceram mais de 50 eventos simultâneos, entre congressos, jornadas e reuniões setoriais, onde foram discutidos rumos e tendências na área de gestão de negócios para estabelecimentos de saúde.


Feira está na agenda mundial
A Hospitalar é realizada em cooperação com a MEDICA - Feira Mundial da Medicina e é filiada à International Hospital Federation (IHF), a associação mundial de hospitais.

Desde 2000, a direção da Hospitalar conta com o diploma de Feira Comercial Certificada, concedido pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos, o que representa uma recomendação oficial aos empresários americanos, indicando a feira como eficiente e adequado canal de negócios para o mercado de saúde no Brasil e na América Latina.

 

 

 Congresso fala de Gestão em Laboratórios

Estão abertas as inscrições para o 2º Congresso de Gestão em Laboratórios Clínicos, evento que acontece no próximo dia 12 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo, em paralelo à HOSPITALAR 2008. O evento integra o portfólio de eventos ClasSaúde e é promovido pela Confederação Nacional de Saúde (CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (FENAESS), Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR.

Partindo do princípio de que não basta para o gestor entender somente de negócio, mas também de gestão de pessoas e carreira, a primeira palestra do Congresso abordará "O papel do líder na gestão de pessoas bem como de sua própria carreira", e será proferida pela sócia-diretora da Career Center, Karin Parodi. Na sequência será realizado um talk show com o tema "O desenvolvimento dos laboratórios através da tecnologia da informação, da formação de indicadores e do valor da prestação de serviços". Moderado pelo presidente da SBPC/ML, Álvaro Martins, o debate terá como convidados o diretor do Centro Paulista de Economia da Saúde, Marcos Bosi Ferraz; o presidente do Conselho de Ex-Presidentes da SBPC/ML, Wilson Shcolnik; e o superintendente Técnico da Amil, Antônio Jorge Kropf.

"Excelência nos negócios através da estratégia marcial" é o tema da palestra de André Oliveira, diretor do Maruten Aikido. O objetivo é apresentar ao gestor do laboratório uma nova possibilidade para analisar de maneira estratégica o dinâmico mundo dos negócios e desenvolver, através do exercício simbólico de combate, habilidades como raciocinar e agir sob pressão, analisar e identificar novas possibilidades, tomar decisões assertivas em ambientes hostis, saber conduzir e ser conduzido e, ainda, manter o stress sob controle e o equilíbrio entre vida profissional, familiar e pessoal.

Em um mercado em constante ebulição, a capacidade de mudar e se adaptar à nova realidade é fundamental. Através das pessoas essa tarefa se torna mais fácil e oferece resultados acima da média. Este é o enfoque do case que será apresentado pela diretora Administrativa do Laboratório Sabin de Análises Clínicas, Janete Ribeiro Vaz, com o tema "Laboratório clínico: Como criar e manter uma equipe de alta performance". Por fim, o programa traz uma palestra com o superintendente Corporativo da Sociedade Beneficente das Senhoras do Hospital Sírio Libanês, Gonzalo Vecina, que falará sobre "A importância da parceria público-privada para o setor da saúde".

As inscrições podem ser feitas através do site www.classaude.com.br. Associados da CNS, FENAESS, SINDHOSP e SBPC/ML têm desconto. No Estado de São Paulo informações pelo tel (11) 3331-1555, ramais 234 e 258, com Mônica e Daniella; em outras regiões pelo tel (11) 3221-9333, com Fabíola ou Nívia, e-mail: classaude@classaude.com.br. Vagas limitadas.

 



- Postado por: Notícias de Saúde às 20h11
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 Dia Mundial da Saúde

Evento faz conscientização sobre mudanças climáticas

 
A Divisão de Recursos Humanos do Hospital das Clínicas (HC) da Unicamp, em parceria com o Caism, Gastrocentro, FCM, Cecom, Hemocentro, DGRH, Funcamp e com o apoio do GGBS, abriu segunda-feira (7), no auditório da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), o Dia Mundial da Saúde. A data foi instituída já em 1948 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O enfoque deste ano são as mudanças climáticas.

Segundo a OMS, tais mudanças deverão afetar 150 milhões de pessoas no mundo e, em países tropicais, como o Brasil, doenças como a dengue e a asma já são epidêmicos. “É necessário cuidar do meio ambiente. O descuido com a Floresta Amazônica é sério e está diretamente ligado à saúde”, comentou durante o evento o superintendente do HC, Luiz Carlos Zeferino. Há anos ele é associado ao Greenpeace.

A coordenadora do Cipoi e do Centro Infantil 'Dr. Domingos Boldrini', Silvia Regina Brandalise, que representará a Unicamp junto à OMS nas áreas de meio ambiente e câncer, precisou ‘mergulhar’ nos hábitos alimentares, atividade sexual, esportes e epidemiologia genética da população para entender essa relação. “Precisamos criar, dentro da medicina e da enfermagem, um grupo multiprofissional para a preservação da saúde física, mental, social e ambiental onde o homem está inserido”, sugeriu ela.

O pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac), Mohamed Habib, alertou em sua palestra - “Aquecimento global: abrindo as portas para doenças humanas” - para a falta de atenção aos recursos naturais e à produção de lixo e objetos poluentes. “A natureza tem uma margem de tolerância para se recuperar. Se a temperatura do planeta ultrapassar 42ºC, a vida poderá desaparecer. Somos os seres vivos mais capacitados, mas também os mais frágeis”, disse.

As comemorações do Dia Mundial da Saúde prosseguem até hoje em diversos locais da Unicamp. A data deve integrar o calendário anual da Universidade, conforme Edison Lins, coordenador do GGBS. A coordenadora da Divisão de Recursos Humanos do HC, Flora Marta Giglio Bueno, destacou que, além da confraternização da comunidade universitária, os dois dias de evento trarão orientações acerca da qualidade de vida.

Estão programadas atividades manuais, oficinas terapêuticas, peças de teatro, exames de saúde, palestras, exposições e música. A programação completa está disponível no site do GGBS. O Dia Mundial da Saúde é aberto à comunidade.


- Postado por: Notícias de Saúde às 00h04
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 Porque alguns fumantes têm câncer de pulmão - enquanto outros são poupados

O gene da dependência de nicotina também pode aumentar a susceptibilidade ao câncer

O tabagismo é a causa conhecida mais potente de câncer de pulmão. A questão é: porque alguns fumantes de longa data enfrentam essa doença mortal enquanto outros conseguem escapar? Uma nova pesquisa aponta um culpado genético que também pode aumentar a probabilidade de uma pessoa se tornar dependente de cigarro.

Dois novos estudos relacionam uma variação em um gene localizado no cromossomo 15 (dos 23 pares de cromossomos que temos) a um risco mais alto de desenvolver câncer de pulmão; um terceiro estudo sugere que a mesma mutação afeta a tendência para se tornar dependente de cigarros e, como conseqüência, desenvolver a tão temida doença. O câncer de pulmão é diagnosticado em 200.000 americanos e mata mais de 150.000 todo ano.

A nova pesquisa – publicada tanto na Nature quanto na Nature Genetics – indica que pessoas com essa falha genética têm uma chance 30% maior de desenvolver câncer de pulmão. No entanto, os estudos não concordam quanto ao risco adicional de dependência. As descobertas revelam como essa variação genética em particular e o tabagismo interagem para provocar câncer. Elas fornecem “novos alvos para começar a pensar como tratar essa dependência e, é claro, para a prevenção e o tratamento de câncer de pulmão”, explica Nora Volkow, dietora do National Institute on Drug Abuse (NIDA) em Bethesda, Maryland,que não participou do estudo.

 

 Cientistas dos EUA tratam Parkinson com células-tronco "reprogramadas"

da France Presse, em Chicago

A terapia com células-tronco obtidas a partir de células da pele reduziu consideravelmente os sintomas do mal de Parkinson em ratos, de acordo com estudos publicados nesta segunda-feira (7) nos Estados Unidos.

Cientistas do Instituto de Pesquisa Biomédica Whitehead em Cambridge, Massachusetts, utilizaram uma técnica recente para reconstruir células-tronco a partir de células da pele e depois tratarem as cobaias que sofriam dessa doença neurológica degenerativa.

Quando os ratos foram estudados, várias semanas depois do transplante dessas células, os sintomas do mal de Parkinson haviam reduzido consideravelmente, confirmando que as células-tronco "reprogramadas", que fazem as vezes das embrionárias, poderiam substituir neurônios perdidos ou afetados.

"É a primeira demonstração de que as células reprogramadas podem se integrar ao sistema cerebral ou ter um efeito positivo sobre uma doença neurodegenerativa", indicou Marius Wering, principal autor da pesquisa divulgada na revista científica "PNAS", publicada pela Academia de Ciências dos EUA.

A terapia celular é apresentada como promissora para as enfermidades neurodegenerativas como o mal de Parkinson e o de Alzheimer, já que as células-tronco têm a capacidade de se diferenciar no corpo, substituindo as células mortas ou afetadas pela doença. No entanto, o uso de células-tronco embrionárias gera controvérsia devido às implicações éticas.

No final de 2007, cientistas americanos e japoneses anunciaram haver concebido métodos para reprogramar as células da pele, dando a elas características das células-tronco. As experiências dos pesquisadores do Instituto Whitehead demonstraram pela primeira vez em animais que as células-tronco reprogramadas atuam como se pensava.

"Provamos que as células reprogramadas têm o potencial de ser utilizadas em terapia, mas ainda temos que encontrar meios mais seguros e melhores para gerar estas células", admitiu Wernig.

O mal de Parkinson é uma desordem que afeta ou provoca a morte dos neurônios, caracterizada pela lentidão nos movimentos voluntários, debilidade e rigidez muscular e tremor rítmico dos membros.



- Postado por: Notícias de Saúde às 23h42
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 A total recuperação do paciente é o objetivo
dos investimentos em diagnóstico e tratamento


REABILITAÇÃO 2008 – 6ª Feira de Tecnologia e Assistência, evento realizado simultaneamente à feira HOSPITALAR, reúne fornecedores de produtos, equipa-mentos, serviços e tecnologia para atendimento de pacientes em processo de recuperação e portadores de necessidades especiais, temporárias ou crônicas.

Focada em desenvolvimento de negócios, a mostra é destinada a profissionais atuantes nas áreas de fisioterapia, fisiatria, traumatologia, ortopedia, implantes cirúrgicos, distribuidores, lojas especializadas e entidades do setor.

Quem visita:

Hospitais, clínicas e laboratórios
Traumatologistas, ortopedistas, cirurgiões, fisiatras e fisioterapeutas
Serviços de enfermagem, homecare e fisioterapia
Distribuidores de artigos médicos e de primeiros socorros
Artigos de ortopedia e reabilitação
Artigos médicos e terapêuticos
Organizações dedicadas a pessoas com necessidades especiais

Expositores:
Fornecedores e distribuidores de implantes
Produtos e serviços para homecare
Produtos e serviços para mobilidade
Artigos ortopédicos
Cuidados pessoais, higiene, nutrição
Cuidados médicos e enfermagem
Fisioterapia, ergoterapia e condicionamento físico
Comunicação, segurança e sistemas de monitoração
Construção e decoração
Educação e treinamento
Roupas e acessórios para proteção pessoal
Lazer, esportes e recreação
Associações, instituições e organizações especializadas

 
 

  Albert Einstein inova práticas de segurança do paciente

Projeto adotado no Hospital, através da Diretoria de Prática Assistencial, vem inovando a forma como a equipe detecta, informa e trabalha com eventos adversos. Como finalidade está a prevenção, visando conhecer a causa do problema, entender o que aconteceu e estudar formas de evitar a sua repetição. Como resultado final do processo estão melhores práticas de assistência e segurança ao paciente.

 

 

  PRESIDENTE DA KOREAN HOSPITAL ASSOCIATION
VISITA A SEDE DA CNS EM BRASÍLIA

 O dirigente e empresário coreano veio divulgar o 35º Congresso Mundial da IHF, que acontece em novembro deste ano em Seul

O presidente da Korean Hospital Association (KHA), entidade filiada à International Hospital Federation (IHF), Dr. Chul Soo Kim, chegou ao Brasil na última segunda-feira para conhecer o Rio de Janeiro - cidade onde será realizado o 36º Congresso Mundial da IHF em 2009 - e também Brasília, onde fica a sede da Confederação Nacional de Saúde (CNS).

O objetivo da visita do médico, empresário e dirigente coreano era conhecer a cidade que venceu concorrência com Dubai e Lisboa para receber o Congresso de 2009 e a sede da capital federal, além de reunir-se com dirigentes do setor de saúde em Brasília e divulgar o 35º Congresso Mundial da IHF, que acontece de 6 a 8 de novembro deste ano, em Seul.

Os congressos da entidade acontecem a cada dois anos em diferentes partes do mundo. Em 2009 será a primeira vez que um evento do gênero será realizado num país da América Latina. Os congressos da IHF reúnem mais de dois mil congressistas de cerca de 100 países. Paralelamente à ampla programação científica, é realizada uma feira de equipamentos, serviços e tecnologia com aproximadamente duzentas empresas expositoras.

No Brasil o presidente da KHA fo i recebido e acompanhado durante todo o tempo pelo presidente da CNS, Dr. José Carlos Abrahão - membro do Conselho de Diretores da IHF - e sua equipe. Na sede da CNS, o executivo coreano fez uma apresentação do congresso deste ano para diretores e colaboradores de várias instituições do setor. Segundo ele, a expectativa é receber um público total de três mil participantes, sendo dois mil coreanos e mil, vindos de outros países. Para tanto, estão sendo investidos US$ 2,5 milhões. O governo coreano, interessado em contribuir com o incremento do setor médico-hospitalar em seu país, colaborou com US$ 200 mil.

O tema central do Congresso da Coréia será ‘Informatização do Atendimento ao Paciente’. De acordo com Chul Soo Kim, “a Coréia do Sul aparece em primeiro lugar no ranking mundial da área de Tecnologia da Informação e a idéia é associar, cada vez mais, todo esse conhecimento adquirido e reconhecido internacionalmente ao setor de saúde, seja nos equipamentos, produtos ou serviços oferecidos à população visando a uma assistência de excelência”. Na programação do evento, estão previstas visitas guiadas a alguns dos mais importantes centros de atendimento médico-hospitalar do país, entre públicos e privados.

Na Coréia do Sul, país com cerca de 50 milhões de habitantes, existem mais de dois mil hospitais, sendo 85% deles privados. O país investe cifras vultosas em tecnologia e equipamentos de última geração, que, segundo Chul Kim, têm curta vida útil, tornando-se rapidamente obsoletos e sendo imediatamente substituídos por máquinas mais avançadas.

- A KHA congrega as principais instituições e empresas que formam a cadeia produtiva do setor de saúde na Coréia. Estamos apostando que o Congresso de 2007 será o maior e mais representativo da IHF até então realizado, afirmou Kim, que revelou ter votado no Brasil para sede do próximo congresso e disponibilizou-se a ajudar, desde já, no que for preciso para que o evento do Brasil seja ainda mais representativo do que o da Coréia.

O presidente da CNS, Dr. José Carlos Abrahão, agradeceu a parceria, exibiu um primeiro filme sobre o 36º Congresso Mundial da IHF e fez uma apresentação do evento, onde revelou dados sobre o setor de saúde no Brasil e sobre a atuação da CNS em prol de seu incremento e maior visibilidade dentro e fora do país. “ Vencer a concorrência para sediar o Congresso de 2009 foi um importante passo para atrairmos mais atenções e investimentos para a área de saúde no Brasil. Estamos dispostos a trabalhar bastante para fazer um congresso à altura do público que iremos receber, declarou José Carlos Abrahão.

 

  PUC-Campinas pesquisa novo tratamento para Doença de Bowen

 

O Serviço de Dermatologia do Hospital da PUC-Campinas pesquisou durante seis meses uma nova alternativa para o tratamento da Doença de Bowen. Com esse trabalho, o Hospital conquistou o 1º lugar na categoria Jovem Cirurgião Ival Peres Rosa do 19º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica, realizado em Florianópolis (SC).

A Doença de Bowen é um tipo de câncer de pele, de difícil controle, por causa de sua extensão e dificuldade de delimitação. O principal sintoma é uma mancha marrom-avermelhada, espinha e ferida que não cicatriza. “Seu surgimento se relaciona principalmente com a exposição solar, mas também, a fatores genéticos e tabagismo”, explica a dermatologista Sylvia Ypiranga Rodrigues.

O trabalho foi relatar a cura clínica e histológica da Doença de Bowen com a terapia fotodinâmica (TFD). A TFD é um tratamento não cirúrgico, que não deixa cicatriz e que trata também as lesões não visíveis ao médico. Esse tratamento proporciona melhor recuperação ao paciente.

Para a realização da TFD é necessária a aplicação de uma substância que, após um determinado tempo, se impregna nas células cancerígenas. “Antes de iniciar a exposição é possível identificar mais precisamente os limites da doença, por meio de uma iluminação especial (lâmpada de Wood). Em seguida, com a exposição à luz, essas células impregnadas pela substância (inclusive as das margens mais difíceis de delimitar) são conduzidas à morte e, com isso, à cura da lesão”, afirma a especialista.

Paralelamente, o dano solar à pele que leva à Doença de Bowen está presente no restante da pele, podendo representar outros cânceres ou risco para o seu desenvolvimento. “Como a aplicação da terapia fotodinâmica (TFD) é estendida à pele próxima a região lesada, é possível tratar também de lesões que estão no começo e prevenir outros cânceres”, completa Sylvia.



- Postado por: Notícias de Saúde às 13h06
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 Ministro da Saúde apóia licença maternidade, estendida para seis meses 

Em declarações à imprensa, o sanitarista e recém-empossado ministro da saúde José Gomes Temporão, afirmou que é totalmente favorável ao projeto de lei criado pela SBP - Sociedade Brasileira de Pediatria, Ordem dos Advogados do Brasil e pela senadora Patrícia Saboya do PSB-CE, cuja proposta volta-se aos benefícios fiscais congratulados às empresas que, voluntariamente estenderem a licença por 60 dias. "Apóio incondicionalmente o projeto de acréscimo de dois meses, pois é uma questão de saúde pública", enfatiza Temporão.

  Segundo dados do ministério, até agora 37 cidades brasileiras transformaram a proposta em lei, inclusive com a implementação obrigatória no estado do Amapá. "Foi uma surpresa o sucesso do projeto na rede pública. Isso mostra que tem tudo para dar certo", conta Dioclécio Campos Júnior, presidente da SBP.

  A complementação desses 60 dias, estendendo portanto de 4 para 6 meses a
licença maternidade, é facultativa e tanto a empresa quanto a funcionária
precisam estar de acordo.

  Este projeto institui o Programa Empresa Cidadã, que concede incentivo fiscal àquelas que aderirem. Pela proposta, as companhias que adotarem o programa, terão dedução integral no IR do valor correspondente aos 60 dias de licença extra.

  É importante esclarecer que, o fortalecimento do vínculo afetivo entre a mamãe e bebê nos primeiros seis meses de vida, podem fazer toda a diferença, inclusive com a amamentação nestes 180 dias iniciais, expressamente recomendada pela OMS - Organização Mundial de Saúde. 
 

 

 GRAAC precisa de doadores de sangue

A unidade necessita de doações com urgência.

As pessoas que puderem ajudar devem se dirigir ao Posto de Coleta do Hospital São Paulo, localizado à Rua Botucatu, 620 - Vila Clementino, na capital paulista. As doações podem ser feitas de segunda a sábado, das 08:00 às 17:00hs.

São critérios mínimos para a doação ter de 18 a 65 anos, estar acima de 50 kg, não estar gripado ou com qualquer outra doença e ter feito uma alimentação leve antes da doação. Cada doador consegue colaborar com o tratamento de 3 a 4 crianças e/ou adolescentes atendidos pelo GRAACC.

Para mais informações sobre como doar sangue ao GRAACC entre em contato com pelo fone: (11) 5539.7289 / (11) 5539.6840.

 

 

 Anvisa alerta COB sobre alimentos adulterados com sibutramina

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) foi comunicado formalmente, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre a suspensão das atividades da empresa Integralmédica S/A Agricultura e Pesquisa, localizada em Embu-Guaçu, na Grande São Paulo (SP). O documento, encaminhado pela Anvisa nesta quinta-feira (21), informa que a referida empresa cometeu crime hediondo contra a saúde pública (Lei 9.677/98) ao adulterar alimentos com a substância sibutramina, de uso controlado e proibida pela Agência Mundial Antidoping (Wada).

Nesta sexta-feira (22), a Anvisa publicou resolução RDC nº 1781 que trata da suspensão de importação, comércio e distribuição, em todo o país, de quaisquer produtos sujeitos à vigilância sanitária fabricados ou importados pela Integralmédica S/A. A empresa era uma das patrocinadoras de atleta classificado para a modalidade de ciclismo de pista masculino nos Jogos Pan-Americanos. Hoje, o atleta foi afastado da delegação brasileira/Rio 2007 após resultado de exame antidoping, feito pelo COB, cujo teste/controle de dopagem acusou presença de “metabólicos da sibutramina”.

O uso indevido de sibutramina em alimentos produzidos pela Integralmédica S/A foi identificado por meio de laudo do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) a partir da análise de quatro amostras de produtos distintos. Duas formas comerciais de complementos alimentares, geralmente consumidos por praticantes de atividades físicas, foram avaliadas pelo INCQS: o CLA – Ácido Linoléico Conjugado (produto em cápsula) e o GF-1 Body Size – Alimento Protéico para Atletas (spray sublingual).

Os estabelecimentos que comercializam estes produtos também devem fazer o recolhimento e comunicar às Vigilâncias Sanitárias locais. No último dia 15, em uma operação conjunta, fiscais da Anvisa e das Vigilâncias do estado de São Paulo e da região de Osasco (SP) suspenderam a fabricação e comercialização de alimentos e demais produtos pela empresa Integralmédica S/A.

Encontrado principalmente em academias de musculação, o CLA não possui registro do Ministério da Saúde (por não haver evidências científicas que comprovem a eficácia e segurança do alimento) e, por isso, não pode ser comercializado no país, conforme Resolução 833, publicada pela Anvisa no último dia 28 de março.

A sibutramina é estimulante do sistema nervoso central e sua utilização só é aprovada pela Agência em moderadores de apetite, mediante prescrição médica e retenção de receita (Portaria SVS/MS 344/98). Nesse sentido, a produção e comercialização deste produto estão permitida somente por empresas fabricantes de medicamentos ou de insumos farmacêuticos licenciadas e autorizadas.

De acordo com as normas em vigor (Lei 6.437/77 e Resolução 833), pelo crime de adulteração de alimentos com a sibutramina, a Integralmédica S/A poderá ser penalizada com multa que varia entre R$ 2 mil e R$ 1,5 milhão (definida conforme a avaliação da gravidade do fato e possíveis antecedentes/irregularidades sanitárias). Informação: Assessoria de Imprensa da Anvisa



- Postado por: Notícias de Saúde às 14h57
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  Controle da infecção hospitalar começa pela higienização das mãos
 

No Brasil, “15 de maio” é lembrado como o Dia Nacional do Controle de Infecção Hospitalar. A partir desta semana, por ocasião da data, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) inicia uma mobilização que tem como eixo central uma idéia simples, mas que pode produzir resultados valiosos: a correta higienização das mãos pelos profissionais de saúde. Essa rotina pode se tornar uma poderosa ferramenta de prevenção à infecção hospitalar.

Manifestada durante a internação do paciente ou após a alta, a infecção hospitalar decorre do contato com o ambiente hospitalar ou em virtude de procedimentos invasivos, como cirurgias e perfurações por agulhas de soros e cateteres.   

Trata-se de um problema registrado em todo o mundo. Estudos realizados pelo Centro para Controle de Doenças de Atlanta (EUA) mostram que a infecção hospitalar prolonga a permanência de um paciente no hospital por, pelo menos, quatro dias, ao custo adicional de 1.800 dólares, o que equivale a R$ 3,6 mil.

A estudante universitária Débora Rejane Gomes vivenciou, de perto, as conseqüências de uma infecção hospitalar. Há alguns anos, seu avô, de 67 anos, deu entrada em um hospital devido a uma fratura no braço. Após ter passado por uma cirurgia e ter recebido alta médica, ele começou a apresentar outros sintomas. “Primeiro, foi uma hemorragia no local da fratura, que o obrigou a voltar para o hospital. Depois, veio o coma, a confirmação da infecção hospitalar pelos médicos e o óbito”, lembra a estudante.

O episódio deixou a família abalada e serviu de alerta. “Hoje, quando vamos ao hospital, sempre nos preocupamos em observar se o profissional usa luvas, se lava as mãos antes de nos tocar. Além disso, procuramos nos informar, também, sobre o medicamento que nos foi indicado”, conta Débora.

Medidas simples de prevenção, como a higienização das mãos dos profissionais que lidam diretamente com o paciente (médicos e profissionais de enfermagem, principalmente) e a boa conservação do ambiente, diminuem sensivelmente a incidência e a gravidade das infecções hospitalares. “Reconhecida há muitos anos, a higienização das mãos é a medida preventiva mais importante e a de menor custo no controle das infecções”, defende o diretor da Anvisa, Cláudio Maierovitch. Para o diretor, a adoção da prática ainda é baixa. “Por isso, os profissionais devem ser estimulados a praticá-la constantemente”, completa Maierovitch.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), por meio do programa Aliança Mundial Para a Segurança do Paciente, estabelece diretrizes e estratégias para incentivar, em diferentes países, a prática de lavagem correta das mãos. Em consonância com as orientações da OMS, a Anvisa elaborou a cartilha “Higienização das Mãos em Serviços de Saúde”, que visa esclarecer e sensibilizar os profissionais de saúde para a importância dessa prática.

O lançamento da publicação ocorre nesta terça-feira (15) durante a Oficina Nacional de Controle de Infecção em Serviços de Saúde. O encontro, que vai até a próxima quarta-feira (16), reúne, no Hotel Saint Paul, em Brasília, coordenadores das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIHs) das secretarias estaduais de Saúde. Durante três dias, eles vão discutir e definir ações voltadas à prevenção e ao controle da infecção hospitalar. Exemplares da cartilha serão enviados, por solicitação, aos serviços de saúde de todo o país.

Para o membro do Comitê de Antimicrobianos da Sociedade Brasileira de Infectologia e Coordenador da CCIH do Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo, Renato Grinbaum, a baixa adoção da prática de higienização das mãos se deve muito mais à inadequação das estruturas hospitalares do que à falta de disposição dos profissionais. “Muitas vezes, a sobrecarga de trabalho ou a quantidade insuficiente de pias e insumos (sabão, água e álcool) dificulta o hábito”, avalia Grinbaum.

Na avaliação do infectologista, outra dificuldade é o uso de insumos de baixa qualidade. “Produtos que causam irritação ou processos alérgicos acabam fazendo com que o profissional crie uma barreira àquela prática, lavando a mão menos vezes do que deveria”, completa Renato Grinbaum.

Ações

Outra medida a ser implementada pela Anvisa é a capacitação de profissionais de saúde e a divulgação, inclusive por meio da internet, de experiências bem-sucedidas que sirvam de modelo e possam ampliar o acesso a informações para os profissionais envolvidos com o tema. “Pretendemos estimular a discussão dessas questões incluindo o tema nas grades curriculares dos cursos de formação dos profissionais de saúde”, sinaliza o diretor da Anvisa, Cláudio Maierovitch. Segundo ele, é possível tratar da prevenção e do controle da infecção hospitalar até mesmo no âmbito da educação infantil.

A Agência, em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e a Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública do Ministério da Saúde (CGLAB/MS), também desenvolve um programa que está mapeando o perfil de sensibilidade dos microrganismos causadores de infecção em pacientes internados. Um dos motivos do agravamento das infecções é o aumento da resistência das bactérias aos medicamentos antimicrobianos (antibióticos) que, usados em excesso e indiscriminadamente, promovem a proliferação de bactérias mais resistentes.

(Assessoria de Imprensa da Anvisa)

O ato de lavar as mãos é, historicamente, uma preocupação na área da saúde. Foi o médico húngaro Ignaz Philliph Semmelweis quem demonstrou a realidade e prevalência da transmissão das infecções hospitalares por meio das mãos. No dia 15 de maio de 1847, ele instituiu o uso de uma solução clorada para a lavagem das mãos como procedimento obrigatório (para todos) na entrada da sala de parto do hospital em que trabalhava, em Viena, capital da Áustria.

Após a introdução do procedimento de higienização das mãos, observou-se a redução no número de mortes maternas por infecção puerperal (pós-parto). A prática, sugerida por Semmelweis, tem sido recomendada como medida primária no controle da disseminação de agentes infecciosos. No Brasil, a data (15 de maio) consagrou-se, desde 1999, como o Dia Nacional do Controle de Infecção Hospitalar.
 
   
   

 



- Postado por: Notícias de Saúde às 13h45
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 Esperança para casos de diabetes neonatal

O diabetes neonatal é usualmente descoberto depois do aparecimento dos sinais clássicos de diabetes.

Os principais sinais para a descoberta do diabetes, são: glicosúria, desidratação, dificuldade mastigatória e cetoacidose nos primeiros 6 meses de vida. Uma vez iniciado o tratamento a insulina pode ser retirada poucos meses depois, mas muitas vezes a doença retorna no inicio da idade adulta.

Os autores do estudo explicam que os canais sensitivos de potássio-ATP (K-ATP) se expressam na superfície das células beta e regulam a liberação de insulina. Existem duas subunidades da K-ATP que interagem com o canal de potássio e têm uma alta afinidade com o receptor na célula beta para sulfonilurea (SUR1).

Mutações nos genes de qualquer uma das subunidades fazem com os canais K-ATP permaneçam abertos e a secreção de insulina seja diminuída causando o diabetes neonatal.

O autor do trabalho, Andrew T Hattersley, da Península Medical School, Exeter, UK, descreveu que mutações no gen Kir6.2 causam 30 a 58 % dos casos de diabetes neo-natal. Estes pacientes são tratados imediatamente com insulina, mas os autores descobriram que o tratamento com sulfonilurea pode produzir fechamento dos canais, de uma forma independente do ATP, resultando na secreção de insulina.

O grupo do Dr. Hattersleys avaliou o controle glicêmico em 49 pacientes com mutações Kir6.2 que foram tratados com sulfonilureas (gliburida). Os pacientes tinham entre 3 meses e 36 anos de idade e foram capazes de continuar o tratamento sem insulina. As doses utilizadas foram elevadas e em alguns chegaram a 0.8 mg/kg/dia.

Entre os 44 que tiveram sucesso no tratamento a média de A1C caiu de 8,1% para 6.4%, com nenhum episódio de de hipoglicemia severa. Os investigadores, no entanto, chamam a atenção que mais tempo é necessário para determinar o sucesso do uso da sulfonilurea.

Os autores, ainda relatam que outras mutações genéticas não respondem à sulfonilurea, sugerindo que um diagnóstico molecular seja realizado antes iniciar a terapia com sulfonilurea.
Um segundo estudo na mesma linha foi feito pelo Dr. Michel Polak do Hospital Necker Enfants Maladies em Paris. O seu grupo estudou 73 pacientes com diabetes neonatal transitória ou permanente e encontrou em 18 % deles mutações no gen Kir6.2 e analisaram também as mutações no gen ABCC que codifica o SUR1.

Em 18 % dos casos eles encontraram estas mutações, que estavam ausentes em 180 pacientes com diabetes típica e em 140 pessoas sem diabetes.

Da mesma forma que o Dr. Hattersley, o grupo do Dr. Polak observou que alguns pacientes podem ser tratados com sucesso com a sufonilurea.

Devido a importância do trabalho, o NEJM publicou um editorial de autoria do Dr. Mark Sperling, da Universidade de Pittsburgh, recomendando que em todos os diabéticos neo-natais sejam procuradas mutações genéticas do Kir6.2 porque esta deve ser a causa mais freqüente de diabetes neo-natal. Se os resultados forem negativos deverão ser estudados os 39 exons do gen SUR1.

Ele termina o editorial, dizendo que como o diabetes neonatal é uma doença congênita, com a incidência de 1 para 100 mil nascidos e tem conseqüências severas e pode ser tratada com uma pílula, o teste deveria ser incluído rotineiramente nos programas de screening pós- natal. Fonte Sociedade Brasileira de Diabetes.

 

 Teste de proteína ´pode prever parto prematuro´

Um teste de proteína pode revelar aos médicos se uma mulher terá parto prematuro.

Os cientistas da Universidade de Yale dizem que o teste também pode indicar infecções que levam ao nascimento do bebê antes do tempo.

O teste de proteína no líquido amniótico é mais preciso do que exames já existentes. Os pesquisadores chegaram a esta conclusão depois de retirar amostras do líquido amniótico de 131 grávidas para verificar o desenvolvimento dos pulmões dos bebês.

Outros exames também foram realizados, como a medição do nível de leucócitos e de glicose no sangue. Se uma infecção estiver presente, o teste de proteína tem resultados diferentes daqueles mostrados com um líquido amniótico saudável.

O cientista que liderou a pesquisa, Catalin Buhimischi, também ressalta que o teste é duas vezes mais rápido que testes realizados em laboratórios.

Com isso é possível detectar infecções em um estágio inicial. Com esse resultado, podemos dar um tratamento imediato para a mãe e o bebê e prevenir o parto prematuro.

A pesquisa recebeu um prêmio de melhor estudo em partos prematuros de uma agência de saúde independente nos Estados Unidos que procura melhoras para a saúde de bebês. Atualmente, médicos observam sintomas como contrações regulares e dilatação cervical para saber quando o parto deve acontecer.

Mas, no momento em que esses sinais estão aparentes, já pode ser tarde demais para interferir com remédios que podem impedir o trabalho de parto.

James Walker, porta-voz do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, disse que o teste pode ser útil, mas é perigoso, então só deveria ser usado em casos graves.

"O problema com esse teste é que ele depende do líquido amniótico. E para obtê-lo, é necessário inserir uma agulha na mulher grávida - o que consiste em um pequeno risco para o bebê."



- Postado por: Notícias de Saúde às 07h58
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 CATARATA SENIL

 

Uma que pode vir com a idade avançada é a catarata. Quando sua origem é o envelhecimento, ela é chamada de catarata senil e costuma se desenvolver por volta, ou a partir dos 50 anos.

A catarata pode ter várias causas. Cada caso é uma particularidade. Para que seja tratada adequadamente e não cause sustos desnecessários, é muito importante ter conhecimento sobre a doença e procurar um médico assim que os sintomas aparecerem.

A catarata se caracteriza pela opacidade do cristalino, uma estrutura transparente, cuja função é servir de lente para o olho.

O primeiro sintoma da catarata é a diminuição da acuidade visual. O paciente também pode ver manchas escuras no seu campo de visão. Ela não causa dores ou avermelhamento dos olhos. Geralmente, é possível ver uma opacidade branca no olho. Além disso, a visão também fica alterada conforme a quantidade de luz. De forma geral, se a catarata se localizar no centro do olho, a visão fica melhor de noite. Se for periférica, é melhor de dia.

No caso da catarata senil, como em outras formas adquiridas da doença, ela progride com o tempo. Por isso, é muito importante que seja diagnosticada precocemente.

O diagnóstico é feito pela observação da opacidade branca no olho e também por aparelhos oftalmológicos que examinam mais detalhadamente. O uso de equipamentos é importante, porque podem existir graus mais leves imperceptíveis ao olho nu.

Há vários tipos de intervenções cirúrgicas que visam impedir a progressão da doença. Várias técnicas podem ser empregadas, inclusive com utilização de laser, mas somente o médico pode avaliar qual é a mais adequada.

A idade avançada em si não é impedimento para a cirurgia. Se não houver outras contra-indicações decorrentes de outras circunstâncias, não há impossibilidade de se submeter à operação.

A melhor maneira de se prevenir doenças, ou tratá-las precocemente, evitando complicações, é consultar um médico regularmente. A princípio, deve-se consultar um oftalmologista uma vez por ano, independentemente de queixa de sintomas. Dessa forma, o médico pode acompanhar alterações com exames mais precisos e diagnosticar problemas com maior antecedência, preservando a qualidade de vida do paciente.



- Postado por: Notícias de Saúde às 11h34
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 Determinada nova apreensão de Cialis falsificado

A Anvisa determinou a apreensão e inutilização, em todo país, de um lote falsificado do medicamento Cialis 20 mg, usado para tratamento de disfunção erétil. O lote A152068 não é produzido pela empresa Eli Lilly do Brasil Ltda., fabricante do medicamento original. A determinação saiu no Diário Oficial desta quarta-feira (28/3).

A medida foi adotada a partir de informações fornecidas à Anvisa pelo laboratório detentor do registro. Em caso de dúvida ou suspeita sobre o medicamento, o usuário deve fazer a denúncia para o serviço de atendimento ao consumidor do fabricante Eli Lilly (pelo número 0800 709 3636), para a Agência (pelo e-mail
inspecao@anvisa.gov.br) ou procurar a Vigilância Sanitária do seu município ou estado.

Em 2007, foram identificados outros dois lotes de Cialis falsificado. Em 21/2, a Anvisa determinou a apreensão do
lote A510410. Este mês, já havia sido publicada a apreensão do lote A185755.

Sem registro

A Agência também suspendeu, nesta quarta, a fabricação, distribuição, comércio e uso de todos os produtos sujeitos à vigilância sanitária fabricados e vendidos pelo
Laboratório e Indústria Farmacêutica Latyno Ltda., de Hortolândia (SP). A empresa não possui autorização de funcionamento e os produtos não têm registro junto à Anvisa.

Na terça (27/3), foram suspensas a fabricação, a distribuição, o comércio e o uso de todos os lotes do medicamento Isoface (Isotretinoína) fabricados após 10/7/2006 pela empresa
Valeant Farmacêutica do Brasil Ltda., de Campinas (SP). O medicamento é utilizado no tratamento de casos graves de acne.

O registro do Isoface foi cancelado nessa data, porque o fabricante não vinha cumprindo todas as exigências sanitárias. No entanto, a Anvisa obteve evidências de que o produto continuou sendo fabricado, mesmo após o cancelamento do registro, o que motivou a suspensão.  Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa

 
 
 
 
  Praticar exercícios é ideal para melhorar os níveis de colesterol
Um estudo britânico publicado no International Journal of Obesit concluiu que as pessoas que fazem exercícios têm mais chance de não desenvolverem doenças cardiovasculares do que as sedentárias, tanto magras como obesas.

Os pesquisadores mediram os níveis do colesterol LDL, responsável pelo bloqueio das artérias do coração, em três diferentes grupos de pessoas: magros que praticam exercícios, magros que não fazem atividade física e obesos adeptos da malhação. A equipe de cientistas constatou que os magros que praticavam esportes apresentavam bons níveis de LDL, ao contrário dos magros sedentários, que tinham níveis mais altos.

De acordo com Gary O´Donovan, fisiologista da Universidade Brunel que participou do estudo, muitas pessoas acreditam que o único benefício dos exercícios é emagrecer. Mas isso não é verdade, como prova a pesquisa britânica. As pessoas magras também precisam praticar atividades físicas para se manterem saudáveis e com níveis de colesterol sob controle.

O estudo foi feito em homens, entre 30 e 45 anos, com perfis socio-econômicos parecidos. Segundo O´Donovan, pela semelhança entre eles, foi possível concluir que as diferenças no colesterol eram resultado de exercícios físicos.
 
 


 


- Postado por: Notícias de Saúde às 09h24
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 Novo programa do SUS - prevê a criação de centros especializados para atender faixa etária acima de 60 anos
 
Com base em política da Organização Mundial da Saúde (OMS), representantes do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) reuniram-se em Brasília, entre os dias 3 e 5 de abril, para discutir a Oficina Internacional de Trabalho, do Programa Centro de Saúde Amigo do Idoso.

Ainda sem data para ser implementada, a iniciativa será executada em parceria com estados e municípios e tem Rio de Janeiro e Brasília como cidades-piloto. Nesta fase serão apuradas as necessidades da população idosa e a melhor forma de atendimento. O Programa prevê a criação de centros especializados para atender a esta faixa etária.

Segundo o coordenador da Área Técnica de Saúde do Idoso, José Luiz Telles, a população envelhecida precisa de um controle sistemático em relação às doenças crônicas - como as complicações apresentadas pelo diabetes e doenças cardiovasculares. O Ministério da Saúde vai oferecer o acompanhamento dessas doenças nos Centros de Saúde especializados a serem criados. Fonte:http://www.comunidadediabetes.com.br



- Postado por: Notícias de Saúde às 07h12
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 Quanto mais expostas à fumaça, maior a dificuldade de aprendizado de crianças e adolescentes.
 
Cientistas americanos do Centro de Saúde da Infância (US Children´s) Environmental Health Center) comprovaram que quanto mais expostas à fumaça de cigarro, maior a dificuldade de aprendizado de crianças e adolescentes. Durante quatro anos, os pesquisadores mediram o nível de cotinina (um derivado da nicotina) encontrado no sangue, na urina e nos cabelos de 4.400 crianças e adolescentes com idades entre 6 e 16 anos. Foram incluídos no estudo somente jovens que apresentaram concentração de cotinina igual ou até 15 mg/ml, nível que verifica contato passivo com a fumaça do cigarro. Para cada unidade extra de cotinina registrada, houve, em média, redução de um ponto nas notas das provas escolares de leitura e quase dois pontos em matemática.
Fonte Discovery Magazine



- Postado por: Notícias de Saúde às 06h34
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 Alongamento evita dor nas costas
 

Pesquisas realizadas por hospitais indicam que cerca de 80% da população brasileira sente, sentiu ou sentirá dor nas costas

As causas das dores lombares podem ser várias, mas a maioria está relacionada à má postura e movimentos bruscos do dia-a-dia, como virar-se rapidamente ao descer do carro. Se você quer sair da estatística e melhorar sua qualidade de vida, comece a praticar exercícios físicos. Mas sem exageros!

Antes de optar por alguma modalidade faça uma avaliação médica. Só o especialista poderá recomendar com segurança as atividades ideais no seu caso.

Todo treino físico deve começar com um bom alongamento para aquecer os músculos e evitar lesões. A sessão ?estica-estica? também é ótima aliada para prevenir dores lombares. Confira abaixo alguns exercícios que você pode fazer em casa.

1 - Em pé e com as pernas juntas, eleve os braços até as palmas das mãos ficarem paralelas sobre a cabeça. Imagine que você está segurando uma grande bola presa a um fio e ela está te puxando para baixo. Sempre com os braços esticados vá descendo o tronco até tocar a mão no chão. Não flexione as pernas. Se não conseguir, respeite o seu limite. Tente manter a posição por 10 segundos. Volte lentamente até a posição inicial.

2 - Deite num colchonete com a barriga para cima e estique-se o máximo que puder. Mantenha pernas e braços alongados em direções opostas. Ou seja, as pontas dos pés devem apontar para o sul e as mãos, para o norte.

3 - Ainda deitado de barriga para cima, flexione as pernas e abrace-as.

4 - Mantenha-se deitado. Flexione uma perna e apóie o pé no chão. Levante a outra perna, sempre estendida. Com o tronco no chão, tente encostar a ponta dos dedos das mãos na ponta dos dedos do pé. Segure por 10 segundos e repita o movimento com a outra perna.

5 - Sente no chão com as pernas cruzadas. Eleve os braços sobre a cabeça e mantenha a coluna ereta. Agora vá descendo o tronco lentamente até encostar o peito nas pernas.

Importante: Repita cada exercício duas vezes. Mantenha cada posição pelo menos 10 segundos e respeite o limite de seu corpo. Talvez não consiga realizar o movimento completo não primeira vez em que tentar. Sua flexibilidade vai melhorando ao longo do tempo. Tente seguir esta rotina três vezes por semana. Se fizer direitinho, perceberá mudanças depois de dois meses. Faça toda a seqüência com calma. Escolha um lugar tranqüilo e arejado. Não esqueça da respiração. Inspire e expire ao longo de todo o exercício. Fonte:http://www.saudebrasilnet.com.br



- Postado por: Notícias de Saúde às 11h26
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 Aliança Global contra Doenças Crônicas
 

A instituição chega ao Brasil para somar forças para a luta pela saúde pulmonar.

Em 2005, 4 milhões de pessoas morreram de doenças respiratórias crônicas em todo o mundo. Sem medidas urgentes, os números podem subir 30% em 10 anos.

No mundo, há 300 milhões de portadores de asma, 80 milhões com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave, além de outros milhões que sofrem de rinite alérgica e outros males não diagnosticados.

Para tentar conter o avanço desta que já é considerada uma epidemia mundial, foi criada a Aliança Mundial contra Doenças Respiratórias Crônicas (GARD), que faz parte de um trabalho global da Organização Mundial da Saúde (OMS). A GARD chega agora ao Brasil, com o objetivo de reunir todas as iniciativas sobre doenças respiratórias crônicas, e também incentivar as medidas necessárias para que todo brasileiro tenha acesso a medidas preventivas, diagnóstico e tratamento adequados.

Com apoio também da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), a Aliança tem na coordenação o pneumologista pediátrico dr. Paulo Camargos.
 
Doenças respiratórias crônicas

As doenças respiratórias crônicas (CRD) são doenças das vias respiratórias e de outras estruturas dos pulmões. Algumas das mais freqüentes são asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), alergias respiratórias, doenças ocupacionais do pulmão e hipertensão pulmonar.

Os mais importantes fatores de risco para as CRD evitáveis são o tabagismo, poluição do ar e exposição a riscos profissionais, como poeira e produtos químicos. Fonte:http://www.saudebrasilnet.com.br

 

 Bronzeamento artificial: cuidados que devem ser observados

Em entrevista, o diretor da Anvisa Cláudio Maierovitch esclarece dúvidas e cuidados sobre a utilização de câmaras de bronzeamento artificial.

O que a Anvisa pode fazer no sentido de dar mais tranqüilidade para as pessoas que utilizam o serviço de bronzeamento artificial?

Há bastante tempo nós temos dado atenção a este tema. Em 2002, publicamos a resolução 308/02 sobre procedimentos que devem ser adotados por aqueles que oferecem serviço de bronzeamento artificial. Não seguir essas normas pode trazer prejuízos à saúde da pessoa que se submete a esse tipo de procedimento.

Qual a posição da Anvisa sobre a utilização ou não desse tipo de bronzeamento?

De maneira geral, o uso de câmaras de bronzeamento é um procedimento que aumenta a exposição a radiações que são nefastas para a pele. A exposição a essas radiações não traz benefícios à saúde. São relevantes apenas do ponto de vista estético. Por isso, as pessoas devem utilizar o bronzeamento em câmaras de acordo com as recomendações feitas pela Anvisa. Um dos itens da nossa resolução de 2002, por exemplo, proíbe expressamente a repetição do bronzeamento num prazo inferior a 48 horas.

Que outros cuidados devem ser observados?

Há também a necessidade da presença de um técnico treinado para operar a câmara de bronzeamento. A manutenção preventiva dos equipamentos precisa ser seguida, incluindo um laudo feito por peritos que indique o nível da radiação gerada pelo equipamento. São itens fundamentais para reduzir o risco do bronzeamento. O usuário também deve apresentar uma avaliação médica da pele, indicando o nível de risco.

É possível que a má utilização dessas câmaras gere problemas graves para a saúde das pessoas?

A exposição contínua traz danos a longo prazo, aumenta o risco de câncer de pele, do envelhecimento da pele e mesmo de queimaduras. Também é possível o surgimento de problemas imediatos. Vasculhando um pouco os relatos sobre casos graves, nós encontramos um caso ocorrido nos Estados Unidos, no Alabama, em 1979. Uma pessoa que tomava um medicamento que aumentava a sensibilidade da pele à luz morreu por causa da combinação do uso do medicamento com a câmara. Por isso, é importante a avaliação médica. Mesmo que não ocorra um problema tão sério, ao longo do tempo os danos podem aparecer.

Por que esse tipo de prática é permitido?

Existem muitas práticas, muitos hábitos que são pouco saudáveis, e nem todos eles podem ser efetivamente proibidos. Nós podemos lembrar hábitos não saudáveis relacionados ao uso de substâncias como o cigarro e o álcool ou outras tantas situações, como, por exemplo, a má alimentação. No entanto, não se justifica a sua proibição até mesmo pelo status cultural e legal. Nós temos procurado difundir uma recomendação para que as pessoas se protejam da radiação solar e que não utilizem mecanismos artificiais que podem, inclusive, aumentar o risco de danos à pele.

Além das câmaras, há outros meios artificiais para o bronzeamento. Quais cuidados devem ser tomados em relação a eles?

Existem produtos registrados na Anvisa na categoria de cosméticos para esse tipo de procedimento. Tanto para as câmaras como para os outros produtos a recomendação é a mesma: verificar se o equipamento ou produto está registrado na Anvisa e se as orientações de uso estão sendo seguidas.

Informação: Assessoria de Imprensa da Anvisa



- Postado por: Notícias de Saúde às 18h52
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 Hiperatividade

O termo que caiu na boca do povo é apenas uma faceta do chamado Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, o TDAH ou, como preferem alguns especialistas, simplesmente DDA. Isso mesmo: o traço essencial dessa doença que atinge de 3% a 5% das crianças são as alterações na atenção - e não aquela típica hiperatividade. A inquietação física e a impulsividade, as outras duas características do problema, podem aparecer ou não nesses pequenos. O comportamento da pá virada é mais comum nos meninos e acomete cerca de metade desses pacientes. Aliás, ele nada mais é do que um reflexo da agitação mental, povoada de pensamentos acelerados - justamente o que está por trás da falta de concentração. Já nas meninas, o traço mais marcante é a desatenção. Essas pequenas pacientes parecem viver no mundo da lua e costumam ser mais rotuladas de avoadas.

A principal ferramenta para a avaliação desses pacientes é a observação clínica e o histórico. O profissional deve estar muito bem treinado para captar sutilezas e nuances do comportamento da criança e detectar fatos que possam caracterizar o distúrbio. Mas, além dos critérios técnicos, ele deve ter muita sensibilidade para descobrir se esse é apenas o jeito de ser da criança ou se há outros problemas que podem estar motivando um comportamento mais agitado. Também é possível lançar mão dos exames de neuroimagem, como a tomografia, para complementar o exame clínico e excluir outros distúrbios.

Tratamento: O tratamento inclui remédios que estimulam as substâncias em desequilíbrio no cérebro a trabalhar melhor. Isso melhora a concentração, ajuda a organizar as idéias e a moderar a impulsividade. Há inclusive medicamentos de ação prolongada que facilitam o controle dos sintomas. Além das drogas, a psicoterapia é fundamental. Nesses casos, a chamada cognitivo-comportamental dá os melhores resultados. Nela o psicólogo funciona como um treinador que, com técnicas específicas, ajuda o paciente a agir e pensar. Também podem entrar em cena outros profissionais, como psicopedagogos e fonoaudiólogos. A duração do tratamento vai depender das características de cada paciente. Mas atenção: a doença não tem cura e, sem controle, 70% dos pacientes convivem com o sintomas a vida toda.

 

Atitudes que ajudam: Com pequenas atitudes, os pais podem ajudar - e muito - o filho com déficit de atenção. Em primeiríssimo lugar, a família não deve se culpar pelo problema nem comparar a criança com outras bem-comportadas. A casa precisa de organização, sem estímulos que roubem a atenção desses pequenos, como excessos na decoração. É fundamental estabelecer uma rotina com horários para brincar, estudar e dormir. A escola também tem papel fundamental para evitar rótulos e preconceitos. Uma das dicas aos professores, por exemplo, é repetir as instruções ao hiperativo, pois ele precisa de reforços para manter a atenção. Aqui vão algumas dicas:

• coloque o relógio para despertar quinze minutos antes. Isso evita atropelos na hora de acordar

• anote em um quadro as tarefas do dia e os horários para que ele possa se organizar melhor

• recompense-o sempre que conseguir cumprir seus compromissos

• dê uma ordem de cada vez e certifique-se que ele esteja prestando atenção

• observe quanto tempo ele suporta ficar sentado. Esgotado esse prazo, permita que ele estique as pernas, caminhando um pouco

• entre uma tarefa e outra, não deixe que ele se distraia com brinquedos ou TV

• estimule jogos com regras. Assim ele vai perceber que é preciso respeitá-las e pode usar esse aprendizado em outras situações

• não entulhe o quarto e a casa com brinquedos e objetos, que podem atrapalhar ainda mais o precário senso de organização.

 

Hiperativo ou pestinha? Logo de cara não é fácil distinguir o que está por trás do comportamento estabanado. Afinal, os três principais sintomas do DDA - distração, impulsividade e hiperatividade - são típicos da infância. Mas em comparação com crianças da mesma faixa etária tudo neles está exacerbado. As características abaixo não servem para diagnosticar o distúrbio, mas devem chamar a atenção dos pais:

• com freqüência mexe ou sacode pés e mãos, remexe-se no assento, levanta-se da carteira

• é facilmente distraída por estímulos externos

• tem dificuldade de esperar sua vez em brincadeiras ou em situações de grupo

• com freqüência dispara respostas para perguntas que ainda não foram completadas

• tem dificuldade em seguir instruções e ordens
 
• tem dificuldade em manter a atenção em tarefas ou mesmo atividades lúdicas

• freqüentemente muda de uma atividade inacabada para outra

• tem dificuldade em brincar em silêncio ou tranqüilamente

• às vezes fala excessivamente

• vive perdendo itens necessários para tarefas ou atividades escolares

saiba mais: http://saude.abril.uol.com.br/edicoes/0273/aberto/medicina/conteudo_138348.shtml

 
 
 


- Postado por: Notícias de Saúde às 08h20
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 Parcerias internacionais ajudam o Instituto  Butantan, em São Paulo, a tornar-se um centro de excelência em imunização
 

Conhecido pela produção de soros antiofídicos e pelas cobras, lagartos e escorpiões que mantém em cativeiro para pesquisa, o Instituto Butantan, em São Paulo, sofreu uma profunda transformação nos últimos cinco anos. O investimento em tecnologia e as parcerias firmadas com governos e instituições estrangeiras, como o Centro de Controle de Doenças, o renomado CDC americano, levaram o instituto a adquirir um grau de excelência incomum no Brasil. Um exemplo é o fato de o Butantan ser a única instituição da América Latina a dispor de amostras do vírus H5N1, causador da gripe aviária. Identificado pela primeira vez na China, em 1996, desde então o H5N1 colocou o mundo de prontidão com a ameaça de uma pandemia. A previsão é que até 2008 o Butantan já esteja apto a fabricar a primeira vacina brasileira contra o H5N1. Além do Butantan, apenas outros quatro laboratórios têm autorização para manejar o vírus. Esses centros estão localizados nos Estados Unidos, na França, na Inglaterra e na Austrália. "Numa situação de emergência, provavelmente não teríamos como importar doses suficientes para abastecer o país", diz o médico e bioquímico Isaias Raw, presidente da Fundação Butantan. "A fabricação dessa vacina coloca o Brasil numa posição mais confortável e segura."

Ligado ao governo paulista, o Butantan responde por 82% da produção nacional de vacinas – o que equivale à metade do consumo brasileiro, estimado em 300 milhões de doses anuais (veja o quadro). A capacidade de um país de produzir suas próprias vacinas não é importante apenas para situações de emergência, mas também para reduzir os gastos públicos com a imunização em larga escala. Até 2010, o Butantan deve lançar uma dúzia de vacinas. Todas são inéditas no mercado ou apresentam inovações tecnológicas que barateiam seus custos ou amenizam os efeitos adversos tradicionais. Entre essas novidades, está a imunização contra a dengue, uma eterna preocupação para as autoridades sanitárias brasileiras. Desde o início do ano, já foram registrados surtos da doença em Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros estados. Desenvolvida em conjunto com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), a vacina contra a dengue deve chegar ao mercado em dois anos. Outra inovação do Butantan é a imunização contra o rotavírus, um dos principais responsáveis pela mortalidade infantil por desidratação. O produto atuará contra cinco subtipos do vírus, e não apenas um, como a vacina disponível no mercado brasileiro. Fabricada no Brasil, sairá por um terço do preço – a 2 dólares, em média, a dose, contra os 7 dólares das importadas. saiba mais:http://veja.abril.uol.com.br

 

 

 Células-tronco regeneram nervos da coluna espinhal

Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins - um dos maiores centros de pesquisa em medicina dos Estados Unidos - conseguiram reabilitar nervos lesionados da coluna vertebral de ratos tetraplégicos. O experimento consistiu em implantar células-tronco do sistema nervoso humano nas partes machucadas da espinha dos camundongos. Passados seis meses do implante, os cientistas encontraram três vezes mais células do que haviam injetado. Isso significa que o corpo dos roedores não rejeitou o implante e - o mais importante - novas conexões nervosas foram estabelecidas em um local que, até então, era tido como irrecuperável. Ainda não se sabe se o feito irá permitir aos roedores recuperar os movimentos, mas o trabalho torna mais próxima a possibilidade de recuperar lesões de pessoas que perderam os movimentos dos membros inferiores e superiores.saiba mais:http://saude.abril.uol.com.br

 

 Cientistas identificam possível gene que causa osteoporose

Cientistas americanos identificaram um gene que poderia ser fundamental para o desenvolvimento da osteoporose nos seres humanos, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira pela revista "Genome Research".

A osteoporose é uma doença que causa o enfraquecimento gradual da massa óssea, levando a fraturas, especialmente das extremidades, dos quadris e da coluna vertebral.

De acordo com os números da Fundação Nacional da Osteoporose, a doença atinge 55% dos americanos com mais de 50 anos.

Segundo os cientistas do Centro de Doenças do Músculo e do Esqueleto da Universidade de Loma Linda (Califórnia), os testes realizados em ratos mostraram provas claras de que o gene identificado como Darc reduziu a densidade óssea dos roedores.

"Caso nossa descoberta nos ratos se confirme nos seres humanos, é possível que desenvolvamos tratamentos que se baseiem na inibição das funções do Darc", disse Subburaman Mohan, cientista do centro médico e professor de medicina e bioquímica da universidade.

A baixa densidade mineral nos ossos --que é o primeiro indicador da osteoporose-- é influenciada por fatores genéticos e ambientais.

No entanto, até agora foi difícil caracterizar o elemento genético, pois o crescimento ósseo é controlado por vários genes.

Reações diferentes

Os estudos genéticos da osteoporose estavam focados até agora no cromossomo 1 e no gene responsável pelo regulamento da massa óssea.

Com a pesquisa, os cientistas descobriram que o gene identificado como Darc exibia níveis diferentes de reação nos ratos com maior densidade óssea.

Uma região similar do cromossomo humano mostrou uma reação similar para a osteoporose que ataca os homens.

Segundo os cientistas, alterações na seqüência de aminoácidos nas regiões que regulam o Darc poderiam ser a chave para mudanças funcionais do gene.

Fonte: Folha On line

 

 



- Postado por: Notícias de Saúde às 10h11
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 Unicamp aumenta número de implantes cocleares para 210

Quatro anos após o implante coclear no Hospital de Clínicas da Unicamp, Maria Dulce Alves Dias Cardoso continua a apreciar o canto dos pássaros e o som da chuva. De volta à Unicamp, nesta quarta-feira, para uma avaliação processual, ela garante que o dia 9 de outubro de 2002, quando o aparelho foi ligado, nunca saiu da memória. “Eu me vi no mundo dos surdos aos 28 anos. Quando, depois de oito anos, a dra. Silvia Badur Ciru perguntou se podia ouvi-la, comecei a chorar de emoção.” Hoje ela agradece ao otorrinolaringologista da Unicamp Paulo Porto pela possibilidade de ouvir e falar. Em entrevista coletiva realizada no Ambulatório de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas, Porto comemorou a cirurgia número 171 e anunciou a ampliação do número de aparelhos implantados de 90 para 210 por ano. O número de pacientes deverá de passar de 45 para 110 por ano.

De acordo com Porto, o aumento foi possível pelo apoio da Coordenadoria Clínica do HC, pela inauguração de uma área de implante coclear com infra-estrutura adequada e a contratação de novos profissionais. Segundo o especialista, a equipe providencia a formação de novos cirurgiões. “Antes eu era o único médico a realizar os implantes, mas hoje temos quatro cirurgiões capazes de realizar as cirurgias”, explica.

A recuperação e o aprimoramento da decodificação dos sons e da qualidade da fala é nitidamente perceptível após quatro anos da primeira entrevista concedida por Maria Dulce e pela professora aposentada Maria Regina Briganti, duas dos 11 primeiros pacientes operados pela equipe de Paulo Porto. A perda da audição, segundo elas, em pouco tempo, deixa a fala mais lenta até não conseguirem mais pronunciar claramente as palavras. Porto explica que, nos primeiros momentos após a ligação do aparelho, o paciente não é capaz de decodificar os sons. Os timbres de vozes, por exemplo, não são distinguidos, mas, diante das experiências relatadas por seus pacientes, todos melhoraram sua capacidade de comunicação.

Porto esclarece que o implante coclear é um aparelho que fornece a possibilidade de reabilitar pacientes com perda severa e profunda de audição, que não conseguem benefícios dos aparelhos auditivos disponíveis. Trata-se de um estimulador elétrico que faz o papel do ouvido, captando o som e transformando-o em impulsos elétricos. Pode ser implantado em crianças que nasceram com o problema de audição ou em adultos que sofreram algum tipo de acidente (alguma infecção ou ainda com alguma patologia grave), que ocasionou a perda da audição. Na Unicamp, 45 % dos pacientes implantados são adultos e 55% crianças.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 5.750.809 pessoas da população mundial têm deficiência auditiva. No Brasil, 350 mil apresentam perda severa e profunda. Ele acrescenta que, na Unicamp, a deficiência auditiva pode ser diagnosticada nos primeiros momentos de vida com o chamado teste da orelhinha. No momento, 19% das perdas têm sido diagnosticadas antes dos 2 anos de idade, 33%, entre 3 e 5 anos e 17% em crianças acima de 6 anos de idade. Porto lamenta que, diferentemente das estatísticas norte-americanas, a maior causa de perda auditiva em crianças brasileiras ainda seja por causa de infecções pré-natais, principalmente rubéola.

Alegria infantil – A volta de Maria Dulce à Unicamp, nesta quarta-feira, propiciou o reencontro com Maria Regina Briganti, que, depois de 2002, ao recuperar a memória auditiva, pôde voltar às atividades docentes, alfabetizando, durante cinco anos, crianças com deficiência auditiva da Instituição Educacional Dona Maria do Carmo Toledo. “Voltar a ouvir sons é uma alegria infantil. É indescritível. Passamos a valorizar os mínimos ruídos”, alegra-se Maria Regina.

Nem Maria Regina, nem Maria Dulce esperavam por este reencontro, pois não sabiam da coletiva para divulgar a ampliação dos implantes. A possibilidade de rever Paulo Porto e sua equipe também agradou aos pacientes. “Vocês não sabem quem é este homem que estavam entrevistando. Além de um grande profissional, é uma pessoa fora do comum”, disse Aparecido Marcucci, de Jundiaí. Uma “coincidência” que virou festa entre pessoas capazes de traduzir as sensações do outro. “Só mesmo quem viveu consegue entender”, diz Maria Regina.

Para Marcucci, o surdo-mudo é o grupo mais discriminado entre portadores de necessidades especiais. Ao perder a audição, interrompeu suas atividades sociais e profissionais como representante de uma grande empresa. Ele diz ter se sentido num casulo e só foi capaz de recomeçar a viver após o implante. “Tentei tratamento em outra instituição, mas quando vim para a Unicamp, depois de oito meses de consultas e exames realizei o implante. Aqui encontrei calor humano”, relembra.
Fonte:www.unicamp.br


 

 Preço de 300 remédios deve ficar 11% menor

Estimativa é da própria Anvisa. O motivo é a isenção da cobrança de PIS/Cofins concedida por meio de decreto presidencial a 72 substâncias.

Consumidores poderão pagar 11% a menos pelo preço de 300 remédios. A afirmação é da própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que apontou como motivo a isenção da cobrança de PIS/Cofins concedida a 72 substâncias.

Segundo a agência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liberou os produtos dos impostos por meio de assinatura do Decreto 6.066/07, na semana passada. Com isso, chega a 1.472 o número de princípios ativos que não precisam recolher esses tributos federais.
Repasse
Para que o barateamento seja repassado ao consumidor, é necessário que os fabricantes dos "novos isentos" encaminhem um pedido de reavaliação de preço à agência.
A Anvisa informou que cerca de 65% dos medicamentos de uso contínuo e tarjados (tarja vermelha ou preta) e que estão sujeitos à regulação de preços são isentos do PIS/Cofins.
Reajuste
Vale lembrar que, recentemente, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) autorizou um reajuste máximo de 3,02% no preço dos remédios.
Os novos valores devem chegar às prateleiras das farmácias no dia 10 de abril, estima a Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (ABC Farma). Fonte:http://dinheiro.br.msn.com


- Postado por: Notícias de Saúde às 08h28
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 Unicamp desenvolve cirurgia capaz de curar diabetes

Os médicos da Universidade de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo, estão testando uma nova cirurgia capaz de curar pacientes de diabetes

Cinco pessoas foram submetidas ao procedimento e quatro já estão curadas, dispensando até mesmo a insulina - a quinta conseguiu reduzir em até 80% a ingestão da substância, de acordo com reportagem do Jornal Hoje.

O estudo começou depois da constatação de que 90% dos pacientes obesos com diabetes que passavam pela cirurgia de redução de estômago ficavam curados da doença. Antes, a melhora era atribuida à própria diminuição do peso, razão da cirurgia, mas já havia redução da taxa de glicemia antes mesmo do emagrecimento, inclusive no pós-operatório. Então, os médicos da Unicamp decidiram investigar.

Durante a cirurgia de redução de estômago, além da diminuição do tamanho do orgão, é feito um desvio para o alimento de forma que ele evite a primeira parte do intestino. Os médicos da Unicamp descobriram que esse procedimento secundário provoca o aumento de uma substância chamada GLP1 que, por sua vez, estimula o pâncreas a produzir insulina.

A nova técnica parte direto para esse desvio, dispensando a redução do estômago, mas costurando o orgão no intestino entre 70 e 80 centímetros depois do ponto original. Assim, pode ser aplicada até mesmo a pacientes não obesos, caso das cinco pessoas que foram submetidas à cirurgia até agora.  Fonte Redação Terra.

 

 Sal de cozinha: utilização deve ser moderada

O sal está sendo utilizado em demasia por empresas de Fast-food e também entre a população.

O primeiro propósito da utilização do sal, antes de ser consumido pra dar sabor aos alimentos, foi conservar a comida, já que o seu poder esterilizador é muito forte, e impede a reprodução de bactérias. Porém, o produto não traz apenas benefícios para o corpo humano.

O sal foi alvo recente de uma ação da American Medical Association, que pediu à FDA (Agência responsável pela regulamentação de alimentos e remédios nos Estados Unidos) que mudasse o status do sal, que é conhecido até agora como uma substância de consumo seguro. Além disso, a associação quer reduzir pela metade a quantidade de sódio em alimentos processados ou servidos em lojas de fast-food, pois o consumo do sal se tornou excessivo.

Dicas e Curiosidades:

Consumo Diário
Quatro a seis gramas por dia

Crianças e Idosos

Consumir em menor quantidade, não adicionando a substância à comida das crianças até os dois anos de idade, assim evita-se que a criança acostume a uma alimentação muito salgada, já que nessa fase se forma o padrão gustativo.
Nos idosos, porque tendem a reter mais sódio e também porque, com o envelhecimento, os vasos vão perdendo naturalmente a capacidade de distensão, sendo mais provável que desenvolvam hipertensão.

Importância do sal para a saúde

Ele ajuda a regular as passagens de líquido e de substâncias pela membrana das células, mantendo a pressão osmótica delas. Além disso, é importante para a transmissão de impulsos nervosos.

Excesso de sal e a hipertensão

Populações que consomem muito sal, os índices de hipertensão são mais altos à medida que as pessoas envelhecem.

Pressão baixa versus sal

Quem tem pressão baixa não precisa comer mais sal, pois o fato da pessoa ter pressão baixa não significa que ela não possa ter hipertensão no futuro.

Sal light e convencional

O sal light é formado por uma mistura de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Embora os dois possam ser chamados de sal, eles afetam o organismo de formas diferentes.
Enquanto o potássio regula a retenção de líquidos dentro das células, o sódio age fora das células. Embora seja recomendado a pessoas com hipertensão, o sal light não é indicado para pessoas com problemas renais. Embora o potássio não leve a doenças renais, problemas nos rins levam a um acúmulo de potássio no corpo, o que aumenta os riscos de problemas cardíacos.

Substituindo o sal por outras substâncias

O sal pode ser trocado por ervas e condimentos que acentuem o sabor dos alimentos.
Fonte Folha online.

 

 

  



- Postado por: Notícias de Saúde às 12h08
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 ATLETA CANADENSE É NOMEADA PELO CO-RIO EMBAIXADORA DOS JOGOS PARAPAN-AMERICANOS RIO 2007

O Comitê Organizador dos Jogos Pan-americanos Rio 2007 (CO-RIO) nomeou nesta quarta-feira, dia 21, sua primeira Embaixadora dos Jogos Parapan-americanos Rio 2007: a nadadora canadense Stephanie Dixon, dona de 15 medalhas em Jogos Paraolímpicos e dez em Campeonatos Mundiais. Em cerimônia realizada na Vila Parapan-americana, Stephanie recebeu o diploma das mãos do presidente do Comitê Paraolímpico das Américas (APC), Andrew Parsons. O evento contou também com a presença da Gerente Geral de Relações Internacionais do CO-RIO, Ana Mariza Ribeiro; do Cônsul do Canadá em São Paulo, Paul Brunet; de Márcio Marques, assessor da Secretaria de Gestão para as Ações Governamentais do Rio 2007, do Ministério do Esporte; e de Luiz Carlos Peserico, Gerente Regional da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro.

A atleta agradeceu ao CO-RIO por ter sido escolhida para divulgar a mensagem dos Jogos Parapan-americanos e lembrou do início da sua trajetória no esporte. "Estou muito honrada de ser nomeada. Comecei a nadar com dois anos e fiz outros esportes para mostrar que o fato de ter nascido sem a perna direita não me impede de ter uma vida normal. Quero agradecer ao Comitê Organizador dos Jogos Parapan-americanos por acreditar em mim e fazer com que tantos outros atletas sintam que os sonhos deles são importantes. Farei o melhor que posso para representar os Jogos", afirmou Stephanie, usando em volta do pescoço três das 15 medalhas já conquistadas em Jogos Paraolímpicos. Aos 23 anos, Stephanie detém o recorde mundial dos 100m costas na classe S9, com 1:09.61, e coleciona seis medalhas de ouro em Jogos Paraolímpicos e quatro de ouro em Campeonatos Mundiais de Natação organizados pelo Comitê Paraolímpico Internacional (IPC).

O presidente do Comitê Paraolímpico das Américas (APC), Andrew Parsons, elogiou a escolha de Stephanie e o pioneirismo do CO-RIO em realizar, pela primeira vez, os Jogos Parapan-americanos com a mesma equipe de organização e consecutivamente aos Jogos Pan-americanos. "Quem melhor do que os atletas para serem seus próprios embaixadores e levarem a mensagem de que no Rio de Janeiro participarão de um evento histórico? Agradeço ao CO-RIO pelo pioneirismo e coragem de organizar os Jogos Parapan-americanos e dizer que a escolha da atleta não poderia ser melhor. Stephanie Dixon saberá transmitir essa mensagem de pioneirismo e eqüidade aos seus pares no Canadá", disse Andrew.

A Gerente Geral de Relações Internacionais do CO-RIO, Ana Mariza Ribeiro, lembrou que o programa Embaixador Rio 2007, com apoio da Embratur, já se tornou uma poderosa ferramenta de promoção dos Jogos Pan-americanos no exterior. "Pela primeira vez nomeamos hoje uma Embaixadora dos Jogos Parapan-americanos e na Vila Parapan-americana. Sua missão será levar a mensagem dos Jogos à sua terra natal, o Canadá, e em especialmente aos atletas canadenses. Stephanie demonstra motivação para fortalecer o Movimento Paraolímpico nas Américas", declarou.

O Cônsul canadense em São Paulo, Paul Brunet - que representou no evento a Sports Canada, equivalente ao Ministério do Esporte no país -, ressaltou a importância dos Jogos Parapan-americanos. "Com a presença de nossa atleta neste evento no Rio de Janeiro, estamos dando ênfase aos Jogos Parapan-americanos. O Canadá é um dos países que tem um papel importante no cenário internacional para promover a inclusão no esporte de pessoas com deficiência", afirmou. O assessor da Secretaria de Gestão para as Ações Governamentais do Rio-2007, Márcio Marques, lembrou do apoio dado pelo Governo Federal à realização dos Jogos Parapan-americanos. "O programa Embaixador Rio 2007 é uma iniciativa que prestigia os atletas, que são as pessoas que de fato fazem a competição", declarou.

Stephanie Dixon ficará no Rio de Janeiro até domingo, participando de atividades sociais e promocionais. Em seguida, ela vai para São Paulo, de onde retorna para o Canadá na quarta-feira.

 Organização Jogos Parapan-Americanos Rio2007

Pela primeira vez na história, em 2007 os Jogos Parapan-americanos serão disputados na mesma cidade e consecutivamente aos Jogos Pan-americanos. Com organização do CO-RIO, em parceria com o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) e de acordo com as regras do Comitê Paraolímpico das Américas (APC) e Comitê Paraolímpico Internacional (IPC), os Jogos Parapan-americanos Rio 2007 serão realizados de 12 a 19 de agosto de 2007.

Os Jogos Parapan-americanos Rio 2007 serão disputados nas mesmas instalações dos Jogos Pan-americanos, o que garantirá a qualidade dos equipamentos esportivos, como hoje acontece com os Jogos Paraolímpicos, realizados sempre depois, na mesma cidade e pelo mesmo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos. Da mesma forma, essa seqüência de eventos permitirá a utilização da Vila Pan-americana pelas delegações dos Jogos Parapan-americanos, gerando economia e mais conforto. Os apartamentos da Vila já foram projetados visando ao seu uso por atletas dos Jogos Parapan-americanos.

Está prevista a participação de 1.300 atletas e 700 membros de delegações, disputando 10 esportes. Os Jogos Parapan-americanos já tiveram duas edições, sancionadas pelo IPC dos Jogos Pan-americanos: na Cidade do México, em 1999, e em Mar del Plata, Argentina, em 2003.

Para organizar os Jogos Parapan-americanos o CO-RIO contará com o apoio do Ministério do Esporte, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura do Rio.

saiba mais: http://www.rio2007.org.br/pan2007/portugues/indexpt.asp



- Postado por: Notícias de Saúde às 09h41
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 Pense antes de operar a hérnia de disco

O diagnóstico de hérnia de disco na lombar corresponde somente de 1% a 5% das pessoas que sofrem de dores na coluna lombar. A absoluta
totalidade dessas pessoas com dores na coluna lombar não tem hérnia de disco, mas sim discartrose, ou o famoso bico de papagaio. Essas pessoas não precisam de maneira nenhuma fazer cirurgia. Com advento da Ressonância Magnética o diagnóstico de hérnia de disco, está sendo feito
de maneira exagerada e a sua indicação cirúrgica antes era muito freqüente e desnecessária. Isso porque com freqüência, é dito aos pacientes que se adiarem a cirurgia, correrão o risco de sofrer danos
permanentes aos nervos, possivelmente o enfraquecimento da perna ou até mesmo a perda do controle sobre intestinos ou bexiga. James Weinstein e colaboradores, da Faculdade de Medicina de Dartmouth na cidade de Hanover, nos Estados Unidos realizaram o estudo observacional chamado de Spine Patient Outcomes Research Trial
(SPORT). O estudo envolveu 13 clínicas, em 11 Estados americanos. A finalidade de verificar o que acontecia com essa pequena parcela de sofredores de dores na coluna vertebral que tem sim hérnia de disco, mas que não querem operar imediatamente e preferem esperar, pois com um
tratamento clínico melhoram. Todos os 2.000 participantes desse estudo sofriam dores resultantes de hérnias de disco e dores ciáticas nas
pernas, e não de bico de papagaio. O grupo A - daqueles que não fizeram a cirurgia geralmente receberam fisioterapia, aconselhamento e drogas
antiinflamatórias. O grupo B - que optou pela cirurgia, essa foi feita de maneira tradicional por um ortopedista. O estudo constatou que a cirurgia parece promover o alívio da dor em um
prazo menor, mas que a maioria dos pacientes acaba se recuperando de qualquer maneira com o tempo, e que não há mal nenhum em esperar.
Ao final, nem a espera nem a cirurgia saíram vencendo claramente. A conclusão foi que a maioria dos pacientes pode decidir em segurança o
que fazer, baseada em suas preferências pessoais e seu nível de dor. Embora muitos pacientes não tivessem se mantido com o tratamento que
lhes tinha sido designado, a maioria se saiu bem com qualquer um dos comportamentos. Os pacientes submetidos à cirurgia em muitos casos
relataram alívio imediato da dor. Mas, ao término de três a seis meses, os pacientes de ambos os grupos relataram melhoras significativas. Após dois anos, cerca de 70% dos pacientes dos dois grupos disseram ter sentido "uma melhora importante" de seus sintomas. Nenhum dos pacientes que esperou sofreu conseqüências sérias, e nenhum dos que passou pela cirurgia sofreu resultados desastrosos. Muitos cirurgiões temiam que a espera pudesse acarretar danos importantes, mas o estudo comprovou que esses temores não tinham fundamento. Houve um número enorme de mudanças de opção nos dois sentidos, pacientes que trocou de opção: de cirurgia para aguardar e vice-versa. O mais importante que esse estudo mostrou que não existe urgência de operar a hérnia de disco lombar, quando ela realmente existe pois em boa porcentagem de casos ela desaparece com tratamentos clínicos, e em muitos
casos de cirurgia da hérnia depois de 2 a 3 anos a dor volta.

Saiba mais:http://ram.uol.com.br

 

 



- Postado por: Notícias de Saúde às 10h26
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 Teste do Olhinho agora é obrigatório nas maternidades e hospitais paulistas

O Teste do Reflexo Vermelho, mais conhecido como Teste do Olhinho, um procedimento simples feito ainda na sala de parto dos hospitais e maternidades, que pode identificar precocemente problemas nos olhos que, se não tratados, geralmente levam a pessoa à cegueira, agora é obrigatório em todas as maternidades e estabelecimentos hospitalares congêneres do Estado de São Paulo. O governador José Serra (PSDB) sancionou a Lei 12.551/2007, que garante a realização do exame, que pode ser decisivo para o diagnóstico precoce de várias doenças, possibilitando o tratamento e que será decisivo para reduzir o crescimento da quantidade de deficientes visuais em São Paulo.

A Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo havia aprovado, no final de dezembro, o substitutivo N.º 1.

O Teste do Olhinho pode detectar doenças oculares como a retinopatia da prematuridade, catarata, glaucoma, infecções, traumas de parto e até mesmo cegueira. O teste é realizado pelo médico pediatra, que recebe a criança no hospital ou maternidade e depende apenas de um aparelho, o oftalmoscópio, que custa aproximadamente R$ 350,00.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 16,5 milhões de brasileiros (10% da população) sofrem de algum tipo de deficiência visual. Estima-se que, desse total, 20% a 30% sejam crianças.



- Postado por: Notícias de Saúde às 14h57
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 Sociedade Brasileira de Diabetes busca conhecer profissionais que atuam na área

Sociedade Brasileira de Diabetes, SBD , conta, atualmente, em seu quadro, com um Departamento de Psicologia. Assim como acontece em vários países do mundo, muitos psicólogos brasileiros atuam junto a portadores de diabetes, não apenas na área de saúde mental, mas, principalmente, participando de equipes multiprofissionais preocupadas em educar pacientes e familiares com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.

Uma vez que o psicólogo ainda não é considerado integrante essencial à equipe mínima de um Serviço de Atenção Básica ao portador de diabetes, um dos objetivos do Departamento de Psicologia da SBD tem sido demonstrar a importância do trabalho desse profissional. Coordenado pela psicóloga Fani Eta Korn Malerbi, professora da PUC de São Paulo, o Departamento de Psicologia da SBD está procurando identificar os psicólogos brasileiros que trabalhem com portadores de diabetes, para poder entrar em contato com eles, traçar um perfil desses profissionais e verificar sua atuação e necessidade de aprimoramento.

Entre os dias 18 e 21 de outubro do presente ano, ocorrerá em Campinas, SP., um Congresso da SBD, no qual os psicólogos terão um espaço para apresentarem seus trabalhos.

O site da SBD é www.diabetes.org.br e o email da coordenadora do Departamento de Psicologia é fanimalerbi@terra.com.br. O site do Congresso é www.diabetes2007.com.br



- Postado por: Notícias de Saúde às 16h10
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 Mulheres são mais suscetíveis à depressão

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, as diferenças entre os sexos em relação aos transtornos mentais ficam evidentes, principalmente, quando o assunto é depressão. Segundo dados de um estudo do Banco Mundial, a depressão, em mulheres de países em desenvolvimento, foi responsável por cerca de 30% dos casos de incapacidade laboral (afastamento do trabalho ou de atividades cotidianas por tempo determinado ou não) decorrentes de doenças mentais, enquanto a porcentagem entre os homens foi de 12,6%.

Em outro estudo realizado em São Paulo, 11,7% dos homens tinham uma hipótese diagnóstica de transtorno mental relacionado à depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, entre outros, em contraste com os 24,6% das mulheres. Em outras áreas urbanas brasileiras, as mulheres podem apresentar chances quatro vezes maiores de sofrer de algum transtorno mental do que o sexo oposto.

Diversos aspectos podem ser atribuídos à maior prevalência da depressão entre as mulheres, como a diversidade de papéis que elas desempenham: donas de casa, profissionais, esposas e mães. A oscilação hormonal durante o ciclo menstrual também é relevante para o início de um novo episódio depressivo, pois há interações importantes entre neurotransmissores (serotonina e noradrenalina) e os hormônios femininos que podem provocar mudanças no estado psíquico e no humor.

Devido à maior incidência em mulheres e o fato delas procurarem auxílio médico com maior freqüência do que os homens, é importante que os clínicos gerais, ginecologistas e obstetras estejam atentos às manifestações físicas e psíquicas da depressão em suas pacientes.

A identificação da doença não é uma tarefa simples mesmo para médicos, já que as fronteiras da depressão vão muito além da tristeza e de outros sintomas emocionais, como a perda de interesse, ansiedade, angústia, desesperança e estresse. Existem também os sintomas físicos da depressão, como alterações gastrintestinais, durante o ciclo do sono e no apetite, dores de cabeça, dores que não são explicadas por razões orgânicas (sem causa clínica definida) e baixa energia.

 

 Cientistas sul-coreanos voltarão às pesquisas com células-tronco após fraude

Tóquio, 23 mar (EFE).- Os pesquisadores sul-coreanos poderão utilizar novamente células-tronco embrionárias em seus estudos, para tentar recuperar o prestígio perdido após o escândalo mundial gerado pela fraude de clonagem cometida por um importante cientista do país.

Em janeiro de 2006, uma comissão de pesquisa da Universidade de Seul confirmou que o cientista sul-coreano Hwang Woo-suk, considerado referência mundial na clonagem de células-tronco embrionárias, falsificou os experimentos que o tornaram famoso.

Hoje, o Comitê de Ética na Genética da Coréia do Sul, formado por 14 especialistas civis e outros sete nomeados pelo Governo, decidiu suspender o veto a este tipo de pesquisa, com a condição de que sejam utilizados apenas óvulos descartados de inseminações artificiais, segundo a agência local "Yonhap".

A fraude cometida por Hwang abalou a confiança científica da Coréia do Sul, que tinha alcançado a liderança em nível internacional na pesquisa de clonagem.

O cientista chegou a ser nomeado diretor do primeiro banco mundial de células-tronco, criado pela Coréia do Sul em outubro de 2005.

Desde que Hwang caiu em desgraça, a Coréia do Sul tinha interrompido as pesquisas com células-tronco. Mas, na reunião de hoje, foi aprovado um projeto para impulsionar novamente os estudos genéticos, que contará com verba de 851,5 bilhões de wons (US$ 908 milhões) para 2007.

A decisão foi apoiada pelo ministro de Ciência e Tecnologia sul-coreano, Kim Woo-shik.

Os detalhes sobre a utilização de óvulos serão determinados em uma emenda que será revisada em breve, para estabelecer um sistema que garanta a ética nos estudos genéticos.

A história da clonagem com fins terapêuticos no país está ligada ao professor Hwang Woo-souk, que, em fevereiro de 2004, anunciou que tinha conseguido clonar 30 embriões a partir de 242 óvulos procedentes de 16 mulheres.

A notícia teve grande repercussão mundial e colocou Hwang nas páginas dos principais veículos de comunicação, incluindo a revista americana "Science".

Mas, na verdade, a equipe de Hwang nunca conseguiu clonar células-tronco, apesar de ter utilizado cerca de 2 mil óvulos para os experimentos, alguns deles procedentes de colaboradoras de sua equipe.

O uso de métodos pouco éticos gerou grande polêmica na comunidade científica sul-coreana, e foi formada uma comissão de especialistas para estudar as questões morais, econômicas e tecnológicas envolvidas nas pesquisas genéticas.

Após uma investigação, os membros da comissão confirmaram que as conquistas de Hwang na obtenção de células-tronco embrionárias eram falsas, mas admitiram que a primeira clonagem de um cachorro feita pela equipe do cientista, um galgo afegão chamado "Snuppy", teve sucesso.

Caso fossem verdadeiros, os experimentos de Hwang teriam aberto grandes perspectivas para o tratamento de doenças incuráveis, como a aids, o Mal de Parkinson e o diabetes.

Apesar do escândalo e das críticas sobre a falta de ética do cientista, ele nunca admitiu que tivesse cometido fraude até ser chamado a julgamento.

Hwang Woo-suk tenta retomar suas pesquisas, enquanto espera a conclusão do julgamento de seu caso, no qual foi acusado de mau uso de dinheiro público e violação da lei de bioética.

No entanto, o professor sul-coreano não está sozinho, pois ainda há no país um grupo de seguidores que querem que ele recupere o crédito perdido, certos de que os avanços obtidos por sua equipe foram reais.

Os seguidores de Hwang, que fizeram uma manifestação hoje no centro de Seul para exigir que seja permitido ao cientista provar a validade de suas técnicas, alegam que os relatórios que abalaram a carreira do pesquisador não têm base científica, e que ele deveria continuar seus estudos.



- Postado por: Notícias de Saúde às 08h46
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 Pesquisa revela que fisioterapia reduz permanência em UTI

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Fisioterapia do Instituto Central do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, mostrou que as sessões de fisioterapia reduzem em até 40% o tempo de permanência do paciente internado na UTI - Unidade de Terapia Intensiva, quando aplicadas sem interrupções, ou seja, nas 24h/dia.

O estudo avaliou 500 pacientes, num período de seis meses. Nos primeiros três meses, as atividades do fisioterapeuta levaram 12 horas e a média de internação do paciente na UTI foi de 10 dias. Nos três meses seguintes, o atendimento foi de 24 horas e a média de permanência do paciente caiu para 6 dias.

Segundo Clarice Tanaka, professora titular do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da USP, responsável pela pesquisa, a redução de complicações com melhora significativa do paciente deve-se ao tratamento noturno.

O procedimento garante a "limpeza" contínua dos pulmões, permite a extubação no período noturno (retirada do tubo traqueal), reduz a agressão mecânica e propicia recuperação pulmonar mais rápida do paciente.

O estudo apontou ainda que sem o trabalho intensivo dos profissionais, 24 horas por dia, aumenta o risco de piora do quadro respiratório do paciente, obrigando a sua reintubação, com possibilidades de contrair pneumonia, pelo uso da ventilação mecânica.

Diante dos resultados, o hospital tem implementado gradativamente a fisioterapia integral em outras UTIs, com a criação de turnos extras à noite.

 

 

 




- Postado por: Notícias de Saúde às 14h25
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 Hidratação X Atividade Física
 

Água e eletrólitos são importantes para a manutenção da atividade física, pois ajudam a manter a energia em qualquer tipo de exercício. Repor a água que o organismo perde enquanto faz os exercícios é um cuidado muito importante para o corpo, isso é a hidratação.
A água também interfere em outros mecanismos considerados muito importantes na manutenção do organismo, como transportar o oxigênio para os músculos através do sangue, eliminar o dióxido de carbono pela respiração e regular a pressão arterial para o bom funcionamento do coração e da circulação.
O calor produzido durante a prática de atividades esportivas eleva a temperatura corporal aumentando a demanda dos mecanismos que transferem o calor do organismo para o ambiente. Se esses mecanismos não fossem ativados, a produção de calor poderia elevar a temperatura corporal cerca de 1°C a cada cinco minutos. Por esse motivo, consensos internacionais recomendam a ingestão de água em quantidades suficientes para repor a perda hídrica pela sudorese, visando  evitar os possíveis efeitos adversos da desidratação sobre o desempenho esportivo.
Logo, a hidratação durante a prática de atividade física evita a ocorrência de um desequilíbrio hidroeletrolítico e as conseqüências da hipertermia, pois a água perdida com a transpiração pode resultar em desidratação.

Recomendações para reposição de líquidos

Atletas devem iniciar sua participação em competições com um ótimo estado de hidratação. Para isso recomenda-se a ingestão normal de líquidos durante o dia, ou seja, 2 litros em média. Nas 24 horas que antecedem o exercício o atleta deve ingerir água em abundância. Exemplo: de 2 a 3 horas antes do treino: de 400 a 600 mL de água; durante o exercício de 150 a 350 mL (a cada 15 ou 20 minutos), e após o exercício de 1,0 a 1,5L para cada kg perdido.
Infelizmente, alguns fatores como, diminuição da percepção da sede e pouco acesso às bebidas de hidratação, podem afetar negativamente o estado de hidratação do atleta. A perda de peso por desidratação representa um perigo para o organismo, já que interfere na capacidade de sudorese, regulação da temperatura, na manifestação da força e na resistência.
As bebidas ingeridas pelo atleta devem permitir um rápido esvaziamento gástrico e uma rápida absorção intestinal. Em relação à essas bebidas, deve-se observar o volume ingerido, a  temperatura e a composição dos carboidratos. Por isso, é importante que o atleta se habitue a um esquema de hidratação durante o período de treinamento para evitar transtornos durante a competição.
Uma forma prática para uma boa hidratação nos dias de atividade física é tomar água fresca em pequenos goles, antes e durante os treinos. E também, consumir bebidas esportivas, como as isotônicas, que são preparadas com os ingredientes ideais para hidratar o organismo em poucos minutos.

 



- Postado por: Notícias de Saúde às 09h22
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 Boldrini realiza transplante de medula óssea com doador não aparentado.

 

Pela primeira vez, o Centro Infantil Boldrini, de Campinas, realizou transplante de medula de doador não aparentado. Dois dos transplantados que receberam medula de doadores não aparentados tiveram alta hospitalar e, encontram-se hospedados na Associação Evangélica Beneficente David Rowe, casa de apoio social aos pacientes transplantados e a seus familiares.

Um dos beneficiados, um garoto de 11 anos, portador de Leucemia Linfóide Aguda (LLA), aguardava a doação de medula desde maio de 2006. Outra paciente, de 1 ano e 5 meses, também recebeu transplante de medula óssea de doador não aparentado. Há um ano, a paciente portadora de Leucemia Mielóide Aguda (LMA) é tratada no Boldrini.

Para a Dra. Danielly Côrtes Vicente, responsável pela Unidade de Transplante de Medula Óssea do Boldrini, este é outro marco do hospital. O Boldrini realiza em média 15 transplantes de medula por ano, mas com o avanço das técnicas de transplantes, utilizando doadores não aparentados e também o sangue do cordão umbilical, o hospital deverá ampliar em 50% o número de transplantes de medula.

A chance de encontrar doador familiar compatível é de 25%. Significa que 75% dos pacientes que necessitam de transplantes de medula não têm doador. Segundo a Dra. Danielly Vicente, “os bancos de doadores voluntários de medula óssea e de sangue de cordão permitem ampliar em quase o dobro as chances de se encontrar um doador compatível, permitindo que mais pacientes tenham acesso ao transplante, que em alguns casos é a única opção terapêutica para se obter a cura da doença".

 

 São Camilo adere à campanha para salvar 5 milhões de vidas

O Hospital e Maternidade São Camilo - Unidades Pompéia e Santana acabam de confirmar sua participação na campanha internacional - 5 milhões de vidas - que objetiva reduzir eventos indesejáveis na assistência médico-hospitalar, as chamadas iatrogenias – ou seja, danos provocados por falhas no atendimento ao paciente. Estima-se que ocorram 15 milhões de lesões por falhas na assistência por ano, o que significa cerca de 40 mil eventos indesejados por dia.

“Iatrogenia não é uma doença em si, mas um efeito indesejado provocado por uma assistência médico-hospitalar incorreta ou até mesmo ausente, que pode resultar na necessidade de tratamento, prolongamento da hospitalização ou até mesmo a morte”, explica o diretor médico e coordenador da campanha no Hospital e Maternidade São Camilo – Pompéia, Dr. Carlos Aurélio Schiavon.


 

 



- Postado por: Notícias de Saúde às 08h46
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